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[QUEST NARRADA] The nurse and the revolt.

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[QUEST NARRADA] The nurse and the revolt.

Mensagem por Chanel Bluewater em Qui 3 Nov - 13:00

The nurse and the revolt.
É fim de Tarde e Mark se encontra em um dos diversos apartamentos padronizados de Republic City, o qual chamava de seu. Tentando descansar, talvez dormir um pouco, já que estavam em uma época sombria do ano chamada de Jogos Vorazes, que era também quando pessoas se feriam em levantes e ele tinha que trabalhar o dobro do tempo. Quase pegava no sono quando o alarme de emergência disparou, o que significava que ele deveria comparecer a uma reunião de emergência no andar mais profundo da fortaleza.

Membros do Conselho estão reunindo um grupo de pessoas as pressas para enviarem ao Distrito 3 por meio dos trens subterrâneos e Mark é um dos escolhidos. Ele pega a típica mochila de suprimentos e sai as pressas com seu grupo de resgate, sem nem ao menos olhar o seu conteúdo. Há alguns minutos a 100º edição dos sádicos jogos da Capital havia acabado, levando o título de vitorioso a Leon Gremmarch do Distrito 1 e, consequentemente, assassinando Kiara Lewis Miller do Distrito 3. O caos se implantou no distrito da garota, onde a energia fora cortada, agora apenas abastecida por luzes de emergência. Pacificadores com armas de fogo atacam os trabalhadores do distrito, que apenas estão munidos com armas improvisadas, mas não deixam de contra-atacar, pichar paredes e quebrar monumentos e prédios que pertencem a Capital, estando prestes a invadirem a fábrica de eletrônicos.

Há muitos feridos nas ruas. Crianças e adolescentes tentam se esconder das balas nos becos da cidade, enquanto outras pessoas tentam tirar os feridos do meio do caos e voltarem para o hospital. O barulho dos disparos é ensurdecedor, e o perigo eminente.
1. INSTRUÇÕES

Olá Mark, nesta primeira postagem quero que comece em seu apartamento, como a narração acima e termine fazendo uma escolha. Ao chegar no Distrito 3 você pode seguir direto para o hospital ou ajudar as pessoas que estão feridas nas ruas. É uma postagem introdutória, então os objetivos são mais básicos, mas você deve lembrar-se de colocar bastante ação no seu texto, pois o personagem está indo para o meio de um levante violento. Boa sorte.
2. OBJETIVOS INICIAIS

♦ Comunique-se com dois NPC’s conhecidos de seu grupo de resgate;
♦ Faça uma amizade nova no trem subterrâneo;
♦ Ao chegar, escape de uma emboscada de Pacificadores;
♦ Salve um amigo.
3. MOCHILA

1 Kit de Primeiros Socorros.
+ 10 Esparadrapo;
+ 5 Gaze;
+ 5 Algodão;
+ 15 Band-Aid;
+ 1 Par de Luvas Cirúrgicas;
+ 1 Água Oxigenada (250 mL);
+ 10 Paracetamol;
+ 10 Analgésicos;
+ Pomada Para Queimaduras (90g).
1 Tesoura Pontiaguda.
5 Barras de Cereais.
1 Cantil cheio.
1 Faca de Caça.
1 Agasalho (Jaqueta).

4. Regras

• Todos os objetivos devem ser cumpridos;
• Não é permitido que o personagem leve seu rifle, por não ter nenhuma habilidade com armas de fogo;
• Não encontre itens no cenário se não tiver permissão explicita nas instruções;
• Não fuja do contexto;
• Esta missão terá de 3 a 4 turnos, portanto mantenha-se atento ao tópico;
• A partir desta postagem, você tem exatos 5 dias para responder o tópico;
• Não use templates muito pequenos nem cores cegantes;
• Esta é uma quest narrada de dificuldade alta, para Mark Hugs;
• Assim que postar na quest, avise por MP;


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Re: [QUEST NARRADA] The nurse and the revolt.

Mensagem por Mark Hugs em Sex 4 Nov - 0:30


Quest!
The world is dark?



 
The death of Sound


O enfermeiro deitou-se no chão após entrar em seu quarto e o som da coluna se ajeitando no lugar podia ser claramente ouvido, era a música que seu corpo tocava após aquele dia desgastante na linha de frente do corpo médico de Republic City. Conseguira com o passar do tempo a permissão de estar entre os lideres das ações de grupo, mesmo que ainda fosse um médico potencial em treinamento. "Ela vai sobreviver..." Em pensamento seu subconsciente o elogiava pelas excelentes ações que executou no resgate a uma garota que caiu do telhado de uma casa. Conseguiu conter a hemorragia e impediu que o quadro se agravasse com problemas circulatórios. Os olhos fitavam o teto e foram fechando lentamente, o sono o chamava para um encontro a muito marcado... ele necessitava daquilo.

WAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNnnnn

De repente tocou a sirene de alerta. Se pudessem ler sua expressão diriam que ele estava sofrendo de alguma dor abdominal muito forte, resultado da sua insatisfação imediata, e contragosto levantou do chão e caminhou até a pia, lavando o rosto e se olhando no espelho antes de sair porta afora. O descanso tinha acabado, era hora de agir.

- Digous, o que esta acontecendo? Por que fomos convocados?

Ralf Digous era um especialista em geografia territorial. Quando Mark encontrou com Ralf pela primeira vez ele temeu que o homem fosse lhe arrebentar ao meio. Negro, dotado de 1,92 metros de altura e cerca de aparentemente 80 a 84 kg de puro músculo e ele também tinha um bom histórico com armas de fogo e combate desarmado. Segundo conta a história ele chegou a Republic City cinco anos antes dos bombardeios se iniciarem e desde então faz parte do Exército local. Entre um olhar furioso ou uma tosse forçada ele era zoado pela careca sempre lustrada, uma brincadeira perigosa a se fazer com alguém daquele tamanho.

- Não sei mosquito, parece que teve um levante do 3º por causa da garota que acabou de morrer.

Sim, ele apelidara Mark de mosquito, por ser menor que ele e falar mais do que o militar suportava, como um zumbido que sempre incomoda quem quer dormir.

- Acho besteira fazerem esse tipo de coisa. São duas crianças que morrem por distrito ai eles fazem manifestos desse tipo e acabam morrendo mais pessoas do que é necessário.

- Bem, isso garante que você tenha emprego. - O sorriso amarelo apareceu entre os beiços grandes do negro - Depois de tanta paz nos esquecemos da guerra, se aceita um conselho.. não fale para os outros que sacrificar crianças é melhor que lembra-las, outros podem achar que você é a favor da Capital. E nem sabemos se teve mesmo um levante.

- Você é inútil.

- Vai se foder.

Eles chegaram ao nível mais baixo da fortaleza que era Republic City para receberam suas ordens. Haviam ali outras pessoas de áreas que o enfermeiro desconhecia mas no fim, todos iriam juntos para a missão, seja lá qual fosse. Antes que os conselheiros dissessem algo uma figura meio franzina saltou por cima das poltronas e caiu próxima a Mark e Digous.

- Fuinha... o que você...

- O negócio tá feio Mark, literalmente - disse encarando Ralf e sorrindo da possível "referência"

Frank Wilson, Fuinha. Uma garota baixinha e branca com algumas sardas, seu cabelo é castanho e ela gosta de usar dreadlock; Com cerca de 1, 62 m de altura e algo próximo a 50 kg. Magra mas dona de um um corpo esbelto e curvas bem definidas mesmo que não generosas ela esta sempre usando um macacão por causa dos muito bolsos que ele tem - onde ela guarda as ferramentas de trabalho - e isso facilita sua vida, ela é uma das melhores mecânicas de RC. Ah, ela já teve um caso com Mark, transavam por esporte, acontecimento que se repete vez ou outra quando acabam ficando sozinhos.

- Eu te quebraria se tu não fosse mulher, ô isquisita.

- Claro bombom, por que não.. capaz dessa careca me cegar e...

- Shiiiiu, os Conselheiros.


Eles enfim apareceram. Era hora de saber aonde o grupo acabaria se enfiando e se realmente Ralf acertara em seu palpite - ou informação- sobre o levante do Distrito 3. Do fundo do coração Mark desejava que o amigo estivesse errado por que se fosse real aquela rebelião, eles teriam de entrar em um terreno nada legal... perigoso.


The loneliness of the rails


- Que droga....


- Não reclama mosquito.

- Hunf...

Eles realmente estavam indo a toda para a entrada subterrânea  do Distrito 3, onde uma equipe de mais ou menos 15 pessoas iria agir de forma preventiva, ajudando a população a se estabelecer e se tranquilizar. Os militares iam para garantir a segurança dos médicos que matar alguns pacificadores, arrancando  a cabeça de alguns e conseguissem. O silêncio dominava a viagem do grupo que com toda a certeza elaboravam suas táticas para entrar em campo aberto com chances reduzidas de morte até que uma voz meio sádica e cansada veio do fundo do vagão:

- Esse rapaz não fala tanto quanto você disse Ralf. É o tal aspirante a Médico?

- Desculpe mas...

- Sim, sim, eu não te conheço e nem você me conhece. Alvarez, Hernando Alvarez , militar, tenho já alguns anos servindo a Republica, senhor...

- Hugs, Mark Hugs, enfermeiro. - e apertou a mão que o homem havia estendido logo após a pergunta.

- Espero que esteja calmo senhor Hugs, nós vamos encontrar um cenário apocalíptico, se é tão bom quanto Ralf diz... poderá ser nossa salvação.. ou ruína.

No Ápice dos seus 57 Anos Hernando possuía um bom fisíco e uma mente perspicaz. Pele levemente bronzeada e cabelo ao corte de máquina número 2 padrão. Tinha experiência em várias áreas de combate e isso era de deixar qualquer um de queixo caído.

- Batedores a frente... Digous...

- Mais 300 metros ao sul fuinha.

- Mas..

- Agora!

Ela fez o que foi pedido enquanto os militares municiavam suas armas prontos para um embate que realmente iria acontecer. Todo o vagão tornou-se atento a qualquer som minimo que escapasse de qualquer dos lados. As luzes entregavam que os batedores haviam encurralado a chegada deles naquele ambiente e por isso cercavam o veículo sob trilhos, esperando captura-los. Era óbvio que os trilhos não dariam em Republic City de o caminho inverso fosse feito já que a segurança era prioridade. Por isso instalaram um sistema de trilhos que direciona os vagões para outro lado enquanto a entrada do 3 é vetada para evitar intrusos. Agora estavam cercados e em silêncio, de forma tensa e estressante. Mark começou a suar.

- Psiu...

Ele olhou para Fuinha e reparou que em meio ao choque não notou que vários dos presentes já haviam saído. De forma genial a garota havia criado um acesso central no vagão que abria em um círculo no meio, para que pudessem descer e o lugar onde pararam provavelmente havia sido preparado por Digous como prevenção. Assim, o buraco tanto do vagão como do solo se fecham sem deixar vestígios de que estavam ali. O cerco feito para pegar a resistência ao chegar no Distrito 3 foi frustrado pelos planos de uma linda garota determinada a passar por qualquer desafio. Ao fundo, quando chegaram debaixo da passagem aberta por Ralf conseguiram ouvir a raiva do comandante da emboscada ser exposta em gritos e acessos de raiva. Mark sorriu e tinha de admitir, Frank era Genial.

Seguiram um caminho todo por uma via que o jovem Hugs não conhecia e quando subiram já desembocaram em uma saída de esgoto que dava acesso direto a uma das ruas do referido distrito. Era o cenário do caos. Pessoas choravam e gritavam. Alguns palavras de ordem, outros de desespero enquanto os Pacificadores faziam tudo, menos pacificar. Os olhos impressionados do jovem quando o fizeram partir dali sem reação, não se dera conta de que estava em meio a uma guerra. Saiu com cuidado do buraco e quando Ralf, o último a sair, estava subindo um pacificador atirou na direção do negro, para matar.... não deu certo. Pensando de forma rápida e já voltado a realidade Mark protegeu a cabeça do amigo com  a tampa do bueiro e por isso ele fora salvo de um destino nada bom. O atirador recebeu um tiro na testa, um grande feito de Hernandes que após tantos anos não se permitia errar um tiro daquele. O velho sorria com a constatação de que suas habilidades ainda eram insuperáveis.

- Atiradores, formem um perímetro ao meu redor do grudo de medicina, precisamos ter espaço e tempo para socorrer os feridos dessas ruas, depois vamos ao hospital. Fuinha... arrume uma forma de levar-mos essas pessoas com rapidez ao hospital... conto com você.

- Certo Mark, me deve uma - e piscou para ele.

- Mas mosq...

- RALF, NÃO POSSO DEIXA-LOS AQUI. VAMOS LEVA-LOS!

O enfermeiro escolheu ajudar as pessoas feridas nas ruas para leva-las ao hospital enquanto os militares cuidariam de manter os Pacificadores distantes com tiros precisos. Eles precisavam ser rápidos e eficientes e era o que seriam. Ninguém morreria naquela noite. Não com ele por perto. Por isso buscou ajudar a quem podia enquanto mantinha-se esperto quando a situação de segurança. Tiros e explosões, gritos, medo. tudo se misturava naquela atmosfera medonha que ia sendo criada.
   

 


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Hit the gas, kill 'em all.
Mark Hugs
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